Encerramento, premiações e membros do júri 2014

ENCERRAMENTO

941849_617664231577242_674880719_n.jpgDurante a última sessão será exibida a primeira coprodução oficial entre o Brasil e a Bélgica. A sessão é precedida de uma cerimônia de premiação dos melhores filmes que estiveram na competição oficial do festival onde seus realizadores receberão a Coruja de Ouro, o Prêmio da Crítica e o Prêmio do Público.

Sessão de encerramento

Em homenagem a realização do longa-metragem, a sessão será acompanhanda pela Ministre-conseiller, Sophie Hottat, enviada pela Embaixada da Bélgica do Brasil que irá entregar um prêmio de reconhecimento ao mérito para o diretor e os produtores de “A Pelada”.

A CORUJA DE OURO
O júri oficial do 4º CINERAMA.BC vai premiar com o Coruja de Ouro, filmes de longa-metragem (melhor filme, melhor direção, melhor atriz e melhor ator) e de curta-metragem (melhor filme).

 

JÚRI DE LONGA METRAGEM

Gilles Rousseau

gillesrousseanathalie-pbendered.jpgCoordenador de programação no Forum des Images, uma das maiores instituições audiovisuais da cidade de Paris e da França, O Forum recebe 320 mil espectadores por ano.
Desenvolveu varias retrospectivas cinematográficas consagradas ao México, Argentina e Brasil, nas quais participaram grandes cineastas consagrados como: Walter Salles, Fernando Solanas, Nelson Pereira dos Santos, Hugo Santiago, Amat Escalante, Carlos Diegues,…
Desde 2011, ele modera os encontros na plataforma profissional “Cinema em Construção” do festival de cinema latino de Toulouse. Apaixonado pela cultura cinematográfica da América Latina, ele participou ainda, da redação da Enciclopédia “A Cidade no Cinema”, obra coletiva elaborada sob a direção de Thierry Jousse et Thierry Paquot (Cahiers du Cinema, out 2005) desenvolveu também a promoção de filmes brasileiros, mexicanos e argentinos para o filme de VOD Filmotv e participa desde 2013, como consultor e animador do festival de cinema documentário mexicano “Viseur” e as “quintas do documentário”

 

Zeca Nunes Pires

É um dos profissionais com produção cinematográfica mais representativa de Santa Catarina. A maioria de seus trabalhos têm um forte vínculo com a cultura popular do Estado, entre os quais, destacam-se: co-direção, juntamente com Norberto Depizzolatti, no curta-metragem Manhã(1989) e no documentário Farra do Boi(1991); direção e produção do Ponte Hercílio Luz – Patrimônio da Humanidade (1996); direção do documentário “Bois em Farra” (1996) e do “Festa do Divino, Tradição de Fé” (1998); direção do premiado curta Ilha (2001); produção-executiva dos curtas de Penna Filho, Naturezas Mortas (1995) e Victor Meirelles – Quadros da História (1996); assistente de direção de Cacá Diegues em Um Trem Para as Estrelas (1988) e de Sylvio Back em Cruz e Sousa – O Poeta do Desterro (1999) e em “O Contestado, restos mortais” (2009). Com base em toda a experiência acumulada nestes trabalhos, Zeca estreou em 2011 seu primeiro longa solo, “A ANTROPÓLOGA”. Foi um dos fundadores da Cinemateca Catarinense/ABD-SC, do Fundo Municipal de Cinema. É co-autor do livro “O Cinema em Santa Catarina” (1987). Atualmente coordena do o Núcleo de Produção da TVUFSC e prepara outros filmes.

 

Domingas Person

130304_ivo_domingas_mg_8614red.jpgÉ atriz e jornalista. Trabalha em televisão há mais de 15 anos, em programas nos canais: Telecine, Muitishow, Canal Brasil e TV Cultura, sempre em programas sobre cinema, música e cultura em geral. Em 2005, ganhou o prêmio da Comissão Europeia de Turisimo – CET, pela reportagem sobre o “Ano do Brasil na França”, no programa Revista Comportamento do canal Multishow. Escreveu para o Jornal Valor Econômico e Revista Istoé Gente.
Acompanha a produção de teatro e cinema nacional desde criança, seus pais o cineasta Luiz Sérgio Person (São Paulo S/A) e a documentarista Regina Jeha (Viva Marajó), foram os criadores do Auditório Augusta, espaço de vanguarda do cenário teatral paulista nos anos 70. Como atriz, trabalhou com Antunes Filho no musical “Lamartine Babo” e fez participações nos filmes “Árido Movie” de Lírio Ferreria e “Luz nas Trevas” de Helena Ignez.

 

Hervé Le Phuez

hervelephuez.pngGraduado Master em Literatura Moderna e com diploma em História da Art na Universidade de Tours, Hervé Le Phuez especializou-se em Administração de Eventos Culturais em 2000 (Bordeaux IUT), e desde então trabalhou em diversos festivais de cinema. Atualmente é coordenador de programação e responsável pelos curtas do Festival Internacional Francofone de Namur. Foi pioneiro em diversas colaborações internacionais: programando em 2005 uma mostra especial de curtas Belgas para o Festival Internacional de Cinema de Morelia (México), uma seleção de filmes francofones durante o evento “Conversação” no Rio de Janeiro em 2007. Desde 2004 é o responsável pelos filmes francofones para o festival de Huesca na Espanha.

 

Marcelo Alderete

marcelo-alderetered.jpgTrabalha na curadoria do Festival Internacional de Cine de Mar del Plata desde 2009. Estudou cinema e tem grande experiência na produção de comerciais para a televisão. Em 1999 começou a trabalhar para o BAFICI (Festival de Cinema Independente de Buenos Aires) em diferentes áreas. Também trabalhou como programador convidado para o Malba (Museu Latino Americano de Arte de Buenos Aires) e para a área cinematográfica do Teatro General San Martín. Escreve periodicamente sobre cinema para a revista Haciendo Cinema e para o site Ecerrados Afuera.

 

JÚRI DE CURTA-METRAGEM

André Piero Gatti

photo1.jpgPesquisador cinematográfico, professor universitário e ator em filmes recentes do cinema brasileiro. Formado em letras, mestre pela Escola de Comunicação e Arte da Universidade de São Paulo e doutor pela Universidade Estadual de Campinas, iniciou sua formação cinematográfica no Cineclubismo e em salas não comerciais, onde atuou como programador em importantes salas do Amapá e de São Paulo, como: Humberto Mauro, Oscarito, Elétrico, Lima Barreto(CCSP) e Olido. Desde os anos 80 atua na formação de quadros para o cinema, por meio de oficinas, cursos de graduação e pós-graduação. Pesquisador da indústria do cinema e do audiovisual, com obras publicadas em livros, artigos, verbetes no Brasil e no exterior.

 

José Geraldo Couto

Formado em História e em Jornalismo pela USP, José Geraldo Couto é jornalista, crítico e tradutor. Trabalhou mais de 20 anos na Folha de S. Paulo, como redator, repórter, crítico e colunista. Autor dos livros André Breton- A transparência do sonho (Brasiliense), Brasil: Anos 60 (Ática) e Florianópolis (Coleção Cidades do Brasil, Publifolha), entre outros, publicou artigos e ensaios nos livros Cinema dos anos 80 (Brasiliense), Folha conta 100 anos de cinema (Imago), Cinema Brasileiro – de “O pagador de promessas” a “Central do Brasil” (Publifolha) e Os filmes que sonhamos (Lume). Escreve regularmente sobre cinema na revista Carta Capital e mantém uma coluna de cinema no blog do Instituto Moreira Salles.

 

Rodrigo Ramos
foto-cineramaCuritibano, mas catarinense de coração, é jornalista formado pela Universidade do Vale do Itajaí (UNIVALI). Trabalha como repórter do Jornal O Navegantes, é editor do site de cultura pop Previamente, e é colaborador de cinema, TV e música dos sites Blumenews e Culture-se.

A Coruja de Ouro foi concebida pela artista plástica Clélia Pacetta.

 

O PRÊMIO DO PÚBLICO

O público do festival compõe o júri popular que escolherá o melhor filme da competição oficial de longa-metragem (o público receberá cupom de votação e entregará o seu voto ao final de cada sessão).

O PRÊMIO DA CRÍTICA
Os críticos presentes durante a realização do festival irão definir o prêmio que será oferecido ao melhor filme segundo a critica especializada.

Os Prêmios do Público e da Crítica foram concebidos pelo artista plástico Reiner Wolf.

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