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JÚRI DE LONGA METRAGEM

Djin Sganzerla

A atriz e produtora tem cinema no sangue. Recebeu entre outros, o Prêmio de Melhor Atriz de Cinema da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) – um dos mais importantes do Brasil. Ela já foi dirigida pelos três diretores de teatro mais respeitados do país, tem dez longas-metragens no currículo e os genes de Rogério Sganzerla e Helena Ignez, seus pais, ícones do cinema marginal. Aos 36 anos, Djin Sganzerla está em ascensão em sua carreira. Atualmente se prepara para filmar “A Organização Noir”, de Rodrigo Areias, filmado em Guimarães, Portugal.

Longas:
O Gerente de Paulo Cesar Saraceni (2011)
Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha , de Helena Ignez (2010)
“As Doze Estrelas” de Luiz Alberto Pereira, (2011)
Canção de Baal, de Helena Ignez, ( 2009)
As Sombras, de Marco Dutra e Juliana Rojas (2009)
Falsa Loura, de Carlos Reichenbach (2008)
Meu Nome é Dindi, de Bruno Safadi, (2008)
Um Lobisomem na Amazônia, de Ivan Cardoso, (2007)
Conceição: Autor Bom É Autor Morto de Daniel Caetano, (2007)
Meu Mundo em Perigo, de Eduardo Belmonte (2008)
O Signo do Caos de Rogério Sganzerla (2005)
São Jerônimo de Julio Bressane (2001)

E diversos curtas metragens.

Prêmios:
Melhor Atriz no Festival Luso Brasileiro, em Portugal, por Meu Nome é Dindi.
Troféu Candango (Festival de Brasília) (2007)
Melhor Atriz Coadjuvante, por Falsa Loura Troféu APCA
Melhor Atriz de Cinema em 2008 Melhor Atriz, por Meu Nome É Dindi
Melhor Atriz de Cinema no Festival de Natal, 2008

Francisco Garcia

Produtor, roteirista e diretor nascido em 1980, na cidade de São Paulo, e sócio-fundador da produtora Kinoosfera Filmes. Em 2005, formou-se em Cinema pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP). Realizou seu primeiro filme curta, Desequilíbrio, antes de se formar, em 2004. O segundo – Nanoilusão – contou com o roteiro de Bráulio Mantovani. Em 2012, lançou seu primeiro longa-metragem, Cores, selecionado para o Festival Internacional de Cinema de San Sebastián (Espanha).

Filmografia selecionada:
Mara Tara – Pedaços da carne (inédito)
Cores (2012)
A cauda do dinossauro (2008). Curta-metragem.
Nanoilusão (2006). Curta-metragem.
Desequilíbrio (2004). Curta-metragem

Chico Faganello

Formado em Jornalismo com especialização em História do Cinema e doutorado em Teoria Literária. Nascido em 1966 em Seara (SC), iniciou a carreira nos anos 90. Dirigiu os documentários de média-metragens Cartas italianas (1996), Histórias do oeste (1998), O Vôo solitário (1992), O capitão imaginário (2002) e os curtas-metragens Fronteira (2000), Toldo pinhal (1994). Seu primeiro longa-metragem foi Outra memória (2004). Coordenador da Mostra de Floripa, de Florianópolis (SC), e sócio-proprietário da distribuidora para novas mídias Filmes que voam.

Filmografia selecionada:

Muamba (2011)
Espírito de porco (2009)
Outra memória (2004)
O capitão imaginário (2002)
Fronteira (2000). Curta-metragem.
Histórias do oeste (1998)
Cartas italianas (1996)
Toldo pinhal (1994). Curta-metragem.
O Vôo solitário (1992)

André Dib

Graduado em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Pernambuco, reside em Recife (PE) desde 1997. Desde 2004 atua como jornalista de cultura, foco em cinema. Colabora com a Revista Continente, a revista alemã Kulturaustausch e com o site do Instituto Goethe no Brasil. Desde 2006 acompanha os principais eventos de cinema do país, como os festivais de Brasília, Recife, Paulínia, Ceará, São Paulo e Gramado, no Rio Grande do Sul, além das três últimas edições do Festival de Berlim, na Alemanha. Membro da Associação Brasileira dos Críticos de Cinema (Abraccine). Seu trabalho pode ser acessado no site www.andredib.com .

Fábio Brüggemann

é escritor, editor e roteirista. Publicou vários livros, entre eles “Riomadrenses”, “Fabulário dos ilustres desconhecidos” e “Isto não é notícia, entre outros. Dirigiu os curtas “Viagens a Biguaçu” e O sanduíche frio está fora de foco”, escreveu o roteiro do curta “L’amar”, de Sandra Alves e do longa “Muamba”, de Chico Faganello. Há dez anos é colunista do jornal Diário Catarinense.

JÚRI DE CURTA-METRAGEM

Gabi Bresola

Nascida em Joaçaba (SC), é produtora cultural, preside o coletivo “Pingo no i” , trabalha com a produtora “Magnólia” e é sócia da editora Letras Contemporâneas em Florianópolis. É diretora de comunicação e difusão da Cinemateca Catarinense. Trabalhou com acervo de filmes, em cineclubes e na arte e produção de curtas-metragens no estado. Estudou teatro (UNOESC), e atualmente é graduanda do curso de Artes Visuais (CEART- UDESC) com foco no estudo da imagem e movimento e vídeo arte dentro do grupo “Relevo-móvel”.

Rafael Jose Bona

Doutorando em Comunicação e Linguagens – Linha de Pesquisa em Cinema e Audiovisual (UTP). Professor de Cinema e Redação Audiovisual da FURB (Blumenau/SC) e UNIVALI (Itajaí/SC). Tem experiência na área de Produção Audiovisual e Pesquisa em Cinema e Televisão com diversos trabalhos acadêmicos publicados sobre a História do Cinema em Santa Catarina e Comunicação Audiovisual.

Ana Resner

Continuísta e assistente de direção em diversos curtas e longa-metragens. Também é produtora de filmes autorais. Atualmente produz seriados para tv aberta e a cabo.

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