Homenagens e Prêmios 2013

HOMENAGEADOS 2013

Sara Silveira

Sara Silveira – Produtora surgida na década de 1990, é sócia-fundadora, com Carlos Reichenbach, da Dezenove Som e Imagens Produções. Gaúcha de Porto Alegre, nascida em 1950, formada em ciências jurídicas e sociais, se aproximou do cinema como assistente de produção em filmes como Nasce uma mulher (1982), de Roberto Santos, Além da paixão (1984), de Bruno Barreto, O país dos tenentes (1986), de João Batista de Andrade, entre outros. Começou a carreira nos anos 90, primeiramente produzindo os filmes de Carlos Reichenbach. Logo passou a trabalhar com diretores estreantes da nova geração como Laís Bodanzsky, Anna Muylaert e Beto Brant.

Filmografia selecionada:
-Girimunho (2011), de Helvécio Marins Jr. e Clarissa Campolina
-Trabalhar cansa (2011), de Marco Duque e Juliana Rojas. Selecionado para a mostra Um Certo Olhar, do Festival de Cannes 2011. Prêmio Especial do Júri do Festival de Paulínia 2011.
-Boca do lixo (2009), de Flávio Frederico
-Insolação (2009), de Felipe Hirsch e Daniela Thomas
-Os famosos e os duendes da morte (2009), de Esmir Filho
-É proibido fumar (2009), de Anna Muylaert
-Falsa loura (2007), de Carlos Reichenbach
-Person (2006), de Marina Person
-Sonhos e desejos (2006), de Marcelo Santiago
-Cinema, aspirina e urubus (2005), de Marcelo Gomes. Selecionado para a mostra Um Certo Olhar no Festival de Cannes 2005. Vencedor do prêmio especial do júri e do de melhor ator (João Miguel) no Festival do Rio.
-Bens confiscados (2005), de Carlos Reichenbach
-Garotas do ABC (2003), de Carlos Reichenbach
-Durval Discos (2002), de Anna Muylaert
-Bicho de sete cabeças (2000), de Laís Bodanzsky
-Dois córregos (1999), ambos de Reichenbach
-A hora mágica (1999), de Guilherme de Almeida Prado
-Ação entre amigos (1998), de Beto Brant
-Alô (1996), de Mara Mourão
-Alma corsária (1994), de Carlos Reichenbach

Bianca Byington

Bianca Byington – Atriz de cinema, teatro e televisão desde a década de 80. Sua estreia no palco foi aos 12 anos, no musical Os Saltimbancos (1978), de Chico Buarque. Em 1998, atuou em Estorvo (2000), de Ruy Guerra, que esteve na seleção oficial do Festival de Cannes. Antes disso, trabalhou em Deus Jr. (1996), de Mauro Lima, For all (1997), de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz , Garota Dourada (1983), de Antonio Calmon, e Tormenta (1980), de Umberto Molo, pelo qual ganhou prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Gramado, entre outros.

Filmografia selecionada:

-Eu não faço a menor ideia do que eu tô fazendo com a minha vida (2012), de Matheus Souza
-Sobre ruínas, de Vinicius Reis
-Viúva rica solteira não fica (2007), de José Fonseca e Costa
-Trair e coçar é só começar (2006), de Moacyr Góes
-A dona da história (2004), de Daniel Filho
-Estorvo (2000), de Ruy Guerra
-Amar (1997), de Carlos Gregório. Curta-metragem.
-For all (1997), de Luiz Carlos Lacerda e Buza Ferraz
-Deus Jr. (1996), de Mauro Lima
-Ratos da Lei (1987), de Sílvio Autuori
-A mulher fatal encontra o homem ideal (1987), de Carla Camurati. Curta-metragem.
-Acre-doce (1986), de Juarez Precioso. Curta-metragem.
-Amor Voraz (1983), de Walter Hugo Khoury
-Garota Dourada (1983), de Antonio Calmon
-Tormenta (1980), de Umberto Molo. Prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Gramado.

Lucio Agra

Natural de Recife, Lúcio Agra cresceu em Petrópolis, Rio de Janeiro, e há mais de 15 anos radicou-se em São Paulo. É doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, onde até hoje trabalha,como Professor do Departamento de Linguagens do Corpo. Colaborou com Renato Cohen (1956-2003) desde 1997, tanto artisticamente quanto como membro da equipe de professores de performance da Graduação em Comunicação das Artes do Corpo. Como
performer, desenvolveu pesquisa em torno dos trabalhos de Kurt Schwitters(1887-1948), apresentando sua “Ursonate” em diversas ocasiões entre 2000 e 2008. Desenvolveu, em paralelo, um “mix” de performance, sound poetry e improviso musical com os grupos (demo)lição (Paris, Montevideo e São Paulo, 2007/08) e Orquestra Descarrego. Autor de Selva Bamba (poemas, 1994), História da Arte do séc. XX – Idéias e Movimentos (ensaio, 2006) e Monstrutivismo – reta e curva das vanguardas (ensaio, Perspectiva, 2010). Prepara novo livro sobre a performance no contemporâneo

Herbert Holetz

Herbert Holetz – Em 1953, aos 19 anos, começou a trabalhar no antigo Cine Busch, onde atuou por 40 anos, sempre lutando pela continuidade da sala. Permaneceu nessa mesma função até 1993, quando o cinema foi fechado. Trabalhou em outras empresas cinematográficas entre 1953 e 2002.

Cinéfilo, junto com amigos, fundou o Cineclube de Blumenau, que foi responsável por trazer para a cidade filmes que não chegariam pelas salas comerciais. Atualmente, atua na Fundação Cultural de Blumenau (FCB), onde organiza o programa CineArte todas as segundas-feiras e o arquivo histórico sobre cinema.

PREMIAÇÃO

O júri oficial do CINERAMA.BC vai premiar, com o Coruja de Ouro 2012, filmes de longa-metragem (melhor filme, melhor direção, melhor atriz e melhor ator) e de curta-metragem (melhor filme). Já o júri popular escolherá o melhor filme em longa-metragem (o público receberá cupom de votação ao final de cada sessão da seleção oficial).

 

Prêmio do Público

Em cada sessão do Festival serão distribuídas cédulas de votação para que o público dê uma nota de 0 a 5 (sendo 0 a menor e 5 a maior) para o filme que acabou de assistir. As cédulas serão recolhidas pela equipe do Festival após cada sessão.

 

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